‘É bom ver o mundo com olhos da arte’, diz aluna sobre espetáculo
Graduandos assistiram à apresentação da Cia de Dança Deborah Colker no domingo (7)
‘É bom ver o mundo com olhos da arte’, avaliou a graduanda Nicole Freire sobre as atividades culturais externas proporcionadas pelo IMPA Tech. Neste domingo (7), a programação escolhida foi o espetáculo “Remix”, da Companhia de Dança Deborah Colker, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no centro da cidade. Dividido em dois atos, a apresentação resgata quatro espetáculos do repertório da companhia com uma estética criativa e sensível, em um dos prédios mais emblemáticos da cidade.
O espetáculo reúne coreografias de “Vulcão”, “Belle”, “4×4” e “Rota”, sucessos construídos pelo grupo ao longo dos 32 anos de atuação artística. Criada em 1994, a companhia de dança carioca é premiada internacionalmente, incluindo o Prix Benois de la Danse de Moscou, o mais importante da categoria.
Nicole, da turma 2025, é frequentadora assídua das atividades, que são promovidas pelo Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAP) da graduação. “Foi maravilhoso. Pude conhecer diversas expressões do trabalho da coreógrafa. O talento dos bailarinos é indiscutível. O que eles fazem no espetáculo é de arrepiar e não dá para desprender os olhos do palco. Esses passeios são importantes porque contribuem para nossa formação cultural”, disse.
A apresentação de dança também marcou a primeira vez de alguns estudantes no Theatro Municipal do Rio, como foi o caso de Luciano Rodrigues, da turma 2026. “Desde que cheguei ao IMPA Tech, passei a frequentar espaços culturais. Esses passeios nos incentivam a conhecer mais sobre a arte e promovem uma boa interação com os colegas de faculdade”, disse.
Inaugurado em 1909, o Theatro possui mais de um século de história, sendo um marco da cultura carioca. No palco, já se apresentaram artistas internacionais e os principais nomes brasileiros, da dança, da música e da ópera, consolidando o local como uma das principais casas de espetáculo do país.
Para Rodrigues, a apresentação da companhia Deborah Colker foi ‘hipnotizante’. “Não conhecia o trabalho do grupo, mas é possível perceber os atos do espetáculo e fazer reflexões. O que mais chamou a atenção foi a forma que a dança interage com o ambiente, como a cortina e os vasos”, disse.
