‘IMPA Tech é uma oportunidade única’, diz aluna Mariana Yoshioka
Aprovada em 7 universidades, medalhista da OBMEP escolheu a graduação do IMPA
Mariana Yoshioka, 18 anos, foi aprovada em sete universidades, mas escolheu a graduação do IMPA em Matemática da Tecnologia e Inovação para trilhar seu futuro acadêmico e profissional. Além do IMPA Tech, a jovem passou para Matemática na USP, na UNESP, na UFSCar, na UEAP e na UNIFAP, e para Medicina na UFPA. Aluna da turma 2025, Mariana não se arrepende da escolha. “O IMPA Tech é uma oportunidade única, tanto pelos auxílios quanto pela rede de contatos e pela comunidade que a gente cria aqui”, afirma.
Natural de Londrina (PR), a estudante cresceu em Macapá (AP) desde os 2 anos, onde estudou até o final do Ensino Médio e se aproximou de iniciativas na área das exatas, como a OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas) e o PIC (Programa de Iniciação Científica Jr.). “Sempre gostei de Matemática e pensava em cursar Engenharia, mas por conta da OBMEP descobri novas possibilidades, como Matemática Pura e Ciência de Dados.”
Mesmo com outras opções de graduação, Mariana optou pelo IMPA Tech principalmente pelo renome internacional do IMPA e pela excelência de seus programas de pós-graduação. “Quando comecei a pesquisar o que um matemático faz no dia a dia, já estava decidida que gostaria de fazer uma pós-graduação no IMPA, mas aí surgiu o IMPA Tech e ser aprovada para a graduação virou meu objetivo.”
Graduanda desde março deste ano, Mariana destaca as aulas práticas como um diferencial do bacharelado. “Os auxiliares de curso nos ajudam bastante. Além de trocar ideias com pessoas que já estão num nível acima, onde queremos chegar, também é bom para compreender melhor os assuntos abordados em aula.”
Multimedalhista da OBMEP, a aluna conquistou a vaga no IMPA Tech por meio das medalhas obtidas na competição científica. “Acho que a proposta do processo seletivo é bem boa e possui um alcance maior, englobando estudantes de todo o Brasil.”
Além das aulas, Mariana participa ativamente de atividades no contraturno, como workshops do NCE (Núcleo de Carreiras e Estágios) e ações do NAP (Núcleo de Apoio Psicopedagógico). “Esses eventos são muito legais. É uma oportunidade para amadurecer emocionalmente, fazer networking e desenvolver soft skills.”
No Rio de Janeiro, ela vive no alojamento estudantil oferecido em parceria com a prefeitura, onde convive com outros jovens de todo o país. “Aprendemos sobre culturas diferentes e marcamos grupos de estudo para ter trocas mais diretas, principalmente no período de provas.”
Para a aluna, os auxílios financeiro e alimentação também fazem a diferença no dia a dia. “Temos muitas oportunidades, moramos aqui do lado e os auxílios nos ajudam muito. O IMPA Tech é uma boa rede tanto para você ter uma boa qualidade de estudo, como para fazer contatos na área das exatas. Além disso, existem as empresas que estão instaladas no hub.”
Para o futuro, a aluna pensa em seguir a ênfase de Matemática, mas sem deixar a interdisciplinaridade de lado. O IMPA Tech possui um ciclo básico de um ano e em seguida os alunos escolhem entre quatro ênfases: Matemática, Ciência de Dados, Física e Ciência da Computação. Além das disciplinas comuns entre as áreas, a grade conta com matérias eletivas e disciplinas de humanidades, como Habilidades Linguísticas, Inglês e um curso de Chinês, oferecido em parceria com o Instituto Confúcio da PUC-Rio.
O campus da graduação fica no Porto Maravalley, hub tecnológico localizado na zona portuária do Rio de Janeiro, que abriga 70 empresas e 45 startups residentes, criando um ambiente de inovação e colaboração entre a academia e o mercado de trabalho.
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